DECOLONIALIDADE E DIREITO: PERMANÊNCIAS E EXCLUSÃO SOCIAL DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO UBERIZADO

Autores

Referências

ABÍLIO, L. C. Uberização do trabalho: subsunção real da viração. São Paulo: Boitempo, 2017.

ACAYABA, C.; ARCOVERD, L. Negros têm mais do que o dobro de chance de serem assassinados no Brasil, diz Atlas; grupo representa 77% das vítimas de homicídio. G1, 2021. Disponível em: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/08/31/negros-tem-mais-do-que-o-dobro-de-chance-de-serem-assassinados-no-brasil-diz-atlas-grupo-representa-77percent-das-vitimas-de-homicidio.ghtml. Acesso em: 12 jun. 2023.

ALMEIDA, S. L. de. O que é racismo estrutural? Belo Horizonte: Letramento, 2018.

ALVES, G. O novo (e precário) mundo do trabalho: reestruturação produtiva e crise do sindicalismo. São Paulo: Boitempo, 2000.

ANDRADE, A. P. H. de. Representação do trabalho docente em textos multimodais no período da pandemia de Covid-19. 2022. 100 f. Dissertação (Mestrado em História e Letras) – Universidade Estadual do Ceará, Quixadá, 2022.

BOTELHO, A.; SCHWARCZ, L. M. Cidadania, um projeto em construção: minorias, justiça e direitos. 1. ed. São Paulo: Claro Enigma, 2012.

BRAGA, R. A política do precariado: do populismo à hegemonia lulista. São Paulo: Boitempo, 2012.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Presidência da República, 1988.

BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União: Seção 1, Brasília, DF, 23 dez. 1996.

COLAÇO, T. L.; DAMÁZIO, E. da S. P. Novas perspectivas para a antropologia jurídica na América Latina: o direito e o pensamento decolonial. Florianópolis: Fundação Boiteus, 2012.

COSTA, J. B.; TORRES, N. M.; GROSFOGUEL, R. Decolonialidade e pensamento adrodiaspórico. 1. ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2018. (Coleção Cultura negra e identidade)

FERNANDES, F. Capitalismo dependente e classes sociais na América Latina. 3. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.

FONTES, V. Capitalismo em tempos de uberização: do emprego ao trabalho. Marx e o Marxismo, v. 5, n. 8, jan./jun. 2017.

FONTES, V. Formação dos trabalhadores e luta de classes. Trabalho Necessário, v. 14, n. 25, 2016.

FREITAS, L. C. Charterização e Uberização: destruindo profissões. Blog do Freitas, 2016. Disponível em: https://avaliacaoeducacional.com/2016/12/18/charterizacao-e-uberizacaodestruindo-profissoes/. Acesso em: 12 maio 2024.

GESQUI, L. C. Formação e condições de professores eventuais atuantes na rede pública estadual. 2009. Disponível em: http://www.anped.org.br/reunioes/32ra/arquivos/trabalhos/GT08-5344--Int.pdf. Acesso em: 12 maio 2024.

GOMES, T. A. M. de M. Contratação temporária de professores nas redes estaduais de ensino no Brasil: implicações para a categoria docente. 2017. 107 f. Dissertação (Mestrado em Educação) –Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2017.

HARVEY, D. O Neoliberalismo história e implicações. 2 ed. São Paulo: Edições Loyola, 2017.

JUSTINIANO, R. M. C.; LIMA, M. do S. B. As plataformas digitais e as novas relações de trabalho e suas dinâmicas sobre o espaço urbano. Espaço e Economia, n. 25, 2023. Disponível em: https://journals.openedition.org/espacoeconomia/23419#quotation. Acesso em: 12 ago. 2024.

MAZZA, L.; BUONO, R. Uberizando a vida. Revista Piauí, 2023. Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/uberizando-a-vida/. Acesso em: 12 ago. 2023.

MORAES, V. C. de. Pejotização trabalhista: o caso dos empreendedores individuais. Revista Jus Navigandi, Teresina, v. 19, n. 4109, 2014.

MOURA, C. B. A precarização do trabalho docente nas escolas estaduais paulistas. 2013. 127 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Estadual Paulista, Marília, 2013.

MUNANGA, K. Negritude: Usos e Sentidos. 2. ed. São Paulo: Ática, 1988.

PINSKY, J.; PINSKY, C. B. História da cidadania. 6. ed. São Paulo: Contexto, 2012.

PRADO JÚNIOR, C. Formação do Brasil Contemporâneo: Colônia. São Paulo, Editora Brasiliense, 2006.

RIBEIRO, D. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. 2. ed. São Paulo, Companhia das Letras: 1995.

SANTOS, B. de S.; MENESES, M. P. Epistemologias do Sul. Portugal: Almedina, 2009.

SCHWARCZ, L. M. Sobre o autoritarismo brasileiro. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.

SILVA, A. M. da. A precarização do trabalho docente no século XXI: o precariado professoral e o professorado estável formal sob a lógica privatista empresarial nas redes públicas brasileiras. 2018. 395 p. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2018.

SILVA, A. M. da. A uberização do trabalho docente no brasil: uma tendência de precarização no século XXI. Revista Trabalho Necessário, v. 17, n. 34, p. 229-251, 2019.

SLEE, T. Uberização: a nova onda do trabalho precarizado. São Paulo: Editora Elefante, 2017.

SOUZA, A. N. A modernização do trabalho de professores: processos de precarização e ataque ao trabalho. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPOCS, 36., 2012, Águas de Lindóia. Anais [...]. Águas de Lindóia/SP, 2012. Disponível em: https://anpocs.com/index.php/papers-36- encontro/gt-2/gt08-2/7923-amodernizacao-do-trabalho-de-professores-processo-de-precarizacao-e-ataque-ao trabalho/file. Acesso em: 12 set. 2023.

SOUZA, E. P. O papel contraditório do professor eventual da rede pública de ensino do Estado de São Paulo na articulação das relações de trabalho e profissão docente: “lúmpen-professorado”? Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Metodista de São Paulo, São Bernardo do Campo, 2012.

SOUZA, L. O. C. de. Quilombos: identidade e história. 1. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteiro, 2012.

STANDING, G. O precarizado: a nova classe perigosa. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2014.

TEIXEIRA, P. H. de M. A uberização do trabalho docente: reconfiguração das condições e relações de trabalho mediados por plataformas digitais. 2022. 302 f. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2022.

VALÊNCIA, A. S. Precarizado ou Proletariado? Bauru: Canal 6, 2016.

VENCO, S. Situação de quasi-uberização dos docentes paulistas? Revista da ABET, v. 17, n. 1, jan./jun. 2018.

VIOLÊNCIA racial: 78% dos homicídios no Brasil são de pessoas negras. Observatório do Terceiro Setor, 2022. Disponível em: https://observatorio3setor.org.br/noticias/violencia-racial-78-dos-homicidios-no-brasil-sao-de-pessoas-negras/. Acesso em: 12 ago. 2023.

Downloads

Publicado

2025-09-26